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Portalegre: O Plátano que viu nascer Maria de Lurdes, sedes de clubes e muitos negócios comemora 180 anos

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O Plátano do Rossio de Portalegre celebrou este sábado 180 anos de existência com a partilha de muitas estórias e memórias debaixo da sua imponente sombra.

Plantada em 1838 pelo botânico José Maria Grande, é considerado de interesse público por decreto publicado em "Diário do Governo" desde 1839.

 

Debaixo do centenário Plátano, formou-se a sede do Sport Clube Estrela de Portalegre, realizaram-se vários negócios, convívios entre a população, comícios políticos, encontros amorosos e até nascimentos.

Maria de Lurdes, à Rádio Portalegre contou que, há 61 anos, “pediu” para nascer enquanto a sua mãe descansava à sombra do Plátano do Rossio.

Uma história invulgar que foi recordada, este sábado à tarde, debaixo da árvore, durante a tertúlia intitulada “Partilhar Memórias – As estórias à volta do Plátano”, numa iniciativa organizada pela Câmara de Portalegre.

A árvore com a maior copa da Península Ibérica é motivo de orgulho para a presidente da Câmara de Portalegre.

Aos jornalistas Adelaide Teixeira, sublinhou a importância de preservar a memória e celebrar o património existente na cidade, considerando que “é necessário ter orgulho no passado, para projetar o futuro”.

As comemorações dos 180 anos do Plátano do Rossio integraram ainda um baile dos anos 50 com a “Ferrugem”, pela Banda Euterpe, acompanhado pelo Teatro do Convento e, um momento de expressão artística com o envolvimento dos alunos de Design da Escola Superior de Tecnologia e Gestão, subordinado ao tema "O Plátano como fonte de inspiração – manifestações artísticas inspiradas na árvore e nas suas memórias".

(Susana Mourato)