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Portalegre:Presidente do Conselho de Administração da Robinson diz que “defendeu, voltará a defender e sempre defenderá” uma auditoria à instituição.

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(Por Gabriel Nunes) - O presidente do Conselho de Administração da Fundação Robinson, José Manuel Faria Paixão, asseverou, hoje, que “defendeu, voltará a defender e sempre defenderá” uma auditoria à instituição.

 

Faria Paixão falava na sequência da noticia avançada pela Rádio Portalegre, esta terça feira, sobre a demissão do vogal do Conselho de Administração, Gonçalo Pacheco.

Uma fonte contactada pela Rádio Portalegre indicou que que a demissão estaria relacionada com o “volte face” de Faria Paixão relativamente a uma proposta apresentada por Gonçalo Pacheco para a realização de uma auditoria patrimonial, administrativa e financeira à Fundação Robinson.

A proposta em causa terá sido aprovada com os votos favoráveis de José Manuel Faria Paixão e de Gonçalo Pacheco, tendo Armando Varela, o terceiro elemento do Conselho de Administração, votado contra, por não concordar com a auditoria à parte administrativa.

Entretanto, e de acordo com a mesma fonte, o presidente do Conselho de Administração terá mudado “o seu sentido de voto”, depois de uma reunião com a presidente da Câmara de Portalegre, Adelaide Teixeira, levando Gonçalo Pacheco a “bater com a porta”.

Em declarações exclusivas à Rádio Portalegre, José Manuel Faria Paixão afiançou que essa informação “não corresponde minimamente à verdade”, adiantando que a presidente da Câmara de Portalegre nunca lhe falou sobre o seu sentido de voto, e que a demissão de Gonçalo Pacheco “nada tem a ver com a votação, nem de perto nem de longe”.

O dirigente explicou ainda que da versão inicial da proposta apresentada por Gonçalo Pacheco foi retirada a expressão “gestão administrativa” porque a mesma poderia ser entendida como “uma perseguição aos anteriores administradores e conselhos de administração da Fundação Robinson”.

O mesmo responsável revelou que, tanto ele como Gonçalo Pacheco votaram favoravelmente a proposta para a realização de uma auditoria patrimonial e financeira à Fundação, sendo que o terceiro elemento do Conselho de Administração, Armando Varela votou contra.

A concluir, Faria Paixão disse que quem votou contra a auditoria à Fundação Robinson é que tem de justificar porque não a quer.

No espaço de menos de um ano, com a saída de Gonçalo Pacheco, indicado pela CDU, para o Conselho de Administração, a Fundação Robinson já regista “três baixas”, depois de terem abandonado o Conselho de Curadores o vereador da CDU, Luís Pargana, em 28 de setembro, e em 15 de outubro, o vogal indicado pelo PSD, João Nabais Pinto.