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Alto Alentejo: Muitas IPSS estão “com a corda na garganta”

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O presidente da União Distrital das IPSS (UDIPSS) de Portalegre, João Carlos Laranjo, assumiu a missão de “salvar” as instituições do Alto Alentejo que estão “com a corda na garganta”.

João Carlos Laranjo diz que há muitas IPSS que tem vindo a acumular prejuízos, um “problema grave” que tem que ser resolvido com uma alteração ao modelo de comparticipação do Estado, que considera esgotado.

 

O dirigente explica que, atualmente o preço de uma cama numa IPSS ronda os mil euros, valor que a grande maioria dos utentes não consegue pagar.

O presidente da UDIPSS falava esta quinta-feira na Associação dos Amigos da Terceira Idade dos Fortios (AATIF), que assinalou 25 anos de atividade.

Manuel Chagas, presidente da direção da AATIF, sublinhou que a associação é uma das maiores entidades empregadoras do concelho de Portalegre, com 68 funcionários e um total de 140 utentes, idosos e crianças do pré-escolar.

No discurso de Manuel Chagas, a tónica também foi colocada no “estrangulamento” em que se encontram muitas IPSS do distrito, à custa do que diz ser uma “falha” do Estado, que acusa de por em perigo o bem-estar dos idosos.

Presente na cerimónia, Henrique Santinho, presidente da junta de freguesia local, disse que a AATIF é “o ex-libris dos Fortios”, pelas valências que desenvolve e número de postos de trabalho que tem criado.

A comemoração dos 25 anos da AATIF, juntou utentes e funcionários numa festa que decorreu nas instalações da associação.

Carla Aguiã