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Greve: "Não somos pau para toda a obra"- ASPIG

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O presidente da Assembleia geral da ASPIG, José Alho considera “um abuso” o Governo chamar os militares da GNR para assegurar os serviços mínimos da greve dos motoristas, agendada para segunda-feira.

Em declarações à Rádio Portalegre, José Alho mostrou-se indignado justificando que os militares não têm formação para conduzir camiões de matérias perigosas, pondo em causa a segurança das populações.

 

O responsável da Associação de Profissionais da Guarda, frisou ainda que a GNR “não é pau para toda a obra”, e que o Governo “está a brincar com o fogo”.

José Alho ironizou ainda ao colocar a hipótese de numa greve de médicos serem os guardas a fazerem os serviços mínimos.

Os Profissionais da Guarda vão enviar um ofício ao Governo manifestando o descontentamento pelo facto da GNR ter sido chamada aos serviços mínimos da greve dos motoristas para a condução dos camiões de matérias perigosas.

 

O Governo decretou o estado de emergência energética esta quarta-feira e divulgou uma lista das 374 bombas de combustíveis em que o serviço está assegurado a 100%, caso a greve dos motoristas vá para a frente no dia 12 de agosto.

 

Da lista, 54 postos estarão reservados a veículos prioritários como ambulâncias e carros dos bombeiros. Os restantes estão abertos à população geral. O abastecimento estará limitado a 15 litros de combustível por viatura.

 

No distrito de Portalegre os condutores poderão abastecer a viatura na cidade de Elvas na Avenida de Badajoz (Posto BP) e na freguesia de S.Brás e S.Lourenço no Aglomerado de Caia.

 

No concelho de Avis no posto (CEPSA) situado na Rua das Hortas do Chão. Em Nisa no posto Galp.

 

Na cidade de Portalegre os automobilistas deverão dirigir-se às bombas do supermercado Eleclerk e ao posto Galp da Rua D.Nuno Álvares Pereira.

 

Susana Mourato