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Portalegre: A vespa asiática veio para ficar. 140 pessoas participaram em ação de formação para controlo da espécie

A imagem pode conter: ar livre

A vespa asiática veio para ficar e é previsível que chegue ao Alto Alentejo com mais intensidade. Segundo Paulo Carmo, do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), é importante que os agentes locais estejam preparados para fazer o combate e o controle da espécie.

 

A vespa asiática chegou a Portugal em finais de 2011 e até agora, no distrito de Portalegre, atingiu quatro concelhos, nomeadamente o de Nisa, com uma fraca presença.

Paulo Carmo explica que, tal como todas as espécies invasoras, a vespa velutina, vulgarmente chamada de vespa asiática, vai expandir-se no território, apesar de considerar que o interior deverá ser menos “castigado que o litoral.

O mesmo responsável acrescenta que a presença desta vespa, predadora de abelhas, pode causar impacto na apicultura, já em termos de segurança das populações os perigos são idênticos aos das outras vespas, uma vez que o veneno da vespa asiática não é diferente das demais.

O engenheiro do ICNF falava no auditório do Instituto Politécnico de Portalegre onde, esta terça-feira, decorreu uma ação de formação sobre o “Plano de Ação para a Vigilância e Controlo da Vespa Velutina em Portugal”, na qual participaram cerca de 140 pessoas.

Em entrevista à Rádio Portalegre Paulo Carmo explicou que o mais importante em termos de segurança é não tentar destruir ninhos por iniciativa própria.

Quanto às características, a vespa asiática é maior e mais escura que as europeias e tem as patas listadas.

A iniciativa foi promovida pela Direção Geral de Alimentação e Veterinária (INIAV), Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), Federação Nacional dos Apicultores de Portugal (FNAP) e Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo (CIMAA).

(Carla Aguiã)