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Cidade de Portalegre não tem pessoas a dormir nas ruas e "a culpa" é da TÉGUA

A imagem pode conter: ar livre

(Por Gabriel Nunes) - A cidade de Portalegre não tem pessoas a dormir na rua e em grande parte deve-o à TEGUA que há mais de duas décadas se dedica a “dar comida e casa” aos sem-abrigo.

 

Em declarações à Rádio Portalegre, o presidente da direção da TÉGUA, António Queiroz, indicou que a capacidade máxima do centro de alojamento temporário para os sem-abrigo, que é de 18 utentes, está esgotada, à semelhança do centro de dia, que presta apoio a uma dezena de pessoas.

Apesar das duas valências vocacionadas para os sem-abrigo não terem capacidade para receber mais utentes, António Queiroz asseverou que a TÉGUA “não deixa ninguém sem comer e sem abrigo”.

O dirigente lamentou ainda que este tipo de associações não tenham mais apoios financeiros, explicando que a maioria dos utentes que a TÉGUA acolhe não tem dinheiro para comparticipar a sua estadia, sendo que as únicas verbas que recebem são provenientes dos acordos estabelecidos com a Segurança Social.

Ora, para fazer face às dificuldades financeiras, a TÉGUA vai promover no dia 27 de novembro, no Centro de Artes e Espetáculo de Portalegre, a partir das 21:00, a quarta edição do Espetáculo Solidário Cultural Intergeracional.

O espetáculo será divido nas atividades de bailado infantil/juvenil, teatro infantil/juvenil, e musical com atuação de dois grupos de cantares.

Participam no evento o Grupo de Cantares da TÉGUA, o Teatro Infanto-Juvenil do CPT Caiense, Ballet e dança Contemporânea Catarina Miranda e a Associação de Cultura e Ação Social de Marvão.