foto1.pngfoto3.jpgfoto4.pngfoto6.jpg

 

 Rádio Portalegre A Mais Ouvida do Alentejo - 30 Anos ao Serviço da Região

Alto Alentejo é uma referência em termos ambientais ameaçado pela seca e alterações climáticas

A imagem pode conter: planta, natureza e ar livre

A seca, a apanha noturna de azeitona e a proliferação dos olivais superintensivos, são os factos que marcam negativamente o ano de 2019 no Alto Alentejo, segundo a Quercus.

O Núcleo Regional de Portalegre da Quercus destaca como positivo o movimento estudantil pelo clima e o facto do Alto Alentejo estar bem posicionado no índice de qualidade ambiental.

 

Em declarações à Rádio Portalegre Nuno Sequeira, da Quercus, lembrou que durante o último ano a seca esvaziou rios no Norte Alentejano; a apanha noturna de azeitona matou milhares de aves e o olival superintensivo ganhou terreno à custa da floresta autóctone, sobretudo nos concelhos de Avis, Elvas, Fronteira e Campo Maior.

O dirigente diz no entanto que nem tudo foi mau, destacando, pela positiva, o movimento dos estudantes pelo clima e o quarto lugar conquistado pelo Alto Alentejo, ao nível do índice de qualidade ambiental, segundo um estudo que incidiu sobre 25 regiões.

Carla Aguiã