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Portalegre: presidente da AATIF pede medidas de discriminação positiva para garantir sustentabilidade das IPSS

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Com cerca de 80 idosos residentes e um total de 68 funcionárias a Associação dos Amigos da Terceira Idade de Fortios (AATIF) lança um apelo ao Governo para que as IPSS dos distritos do interior do país passem a beneficiar de medidas de discriminação positiva.

 

Em declarações à Rádio Portalegre, Manuel Chagas, presidente da direção da AATIF, mostrou-se preocupado com o futuro, assumindo que o aumento do Salário Mínimo Nacional (SMN) faz antever dificuldades em manter a estabilidade financeira das instituições.

O dirigente recorda que, há 15 anos, quando assumiu os destinos da instituição “não havia dinheiro para pagar salários”, hoje a situação está regularizada e o número de postos de trabalho quase que duplicou.

Com a situação financeira estável, Manuel Chagas teme que o aumento de despesas possa trazer novas dificuldades, uma vez que a receita se mantem e os acordos de cooperação não sofreram alterações, ou seja “a Segurança Social não paga o que devia”

Durante a festa que, esta segunda feira, assinalou o Dia de Reis na AATIF, o presidente da União Distrital das Instituições Particulares de Solidariedade Social (UDIPS), João Carlos Laranjo também alertou para o facto do aumento da despesa não ser proporcional com o aumento das pensões.

Segundo João Carlos Laranjo, a nova década deve trazer um “verdadeiro virar de página” no modelo de comparticipação das instituições localizadas em territórios de baixa densidade.

A Associação dos Amigos da Terceira Idade de Fortios, no concelho de Portalegre, conta atualmente com 79 residentes em lar, 15 utentes em centro de dia e cerca de uma dezena em apoio domiciliário. No infantário estão cerca de 30 crianças.

Carla Aguiã