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Portalegre/Dia Mundial do Cancro: Rastreios podem salvar vidas mas … não estão disponíveis como seria desejável

A imagem pode conter: texto que diz ""O CANCRO HOJE" 4 de fevereiro Dia Mundial da Luta contra o Cancro"

No Dia Mundial da Luta Contra o Cancro, que se assinala hoje, Cristina Bruno, coordenadora do Grupo de Apoio a doentes oncológicos de Portalegre, alertou para o número insuficiente de rastreios, em contraste com o aumento de casos de cancro.

 

Em declarações à Rádio Portalegre a dirigente disse que os rastreios “custam muito dinheiro” e por esse motivo são muitas vezes limitados a pessoas com mais idade.

A dirigente sublinha que, apesar do aumento do número de doentes oncológicos, a grande vantagem é que o cancro está a tornar-se numa doença crónica que permite qualidade de vida aos doentes, desde que detetado atempadamente.

Segundo dados do Observatório Global de Cancro, Portugal registou 58.199 novos casos de cancro em 2018, doença que mata cerca de 25 mil pessoas por ano.

No Dia Mundial da Luta Contra o Cancro, a Câmara de Portalegre e o Grupo de Apoio de Portalegre da Liga Portuguesa Contra o Cancro promovem uma conferência subordinada ao tema “O Cancro Hoje” proferida por Adriana Ferrari, médica paliativista em Portalegre e doente oncológica, e por Cristina Bruno que apresentará as várias valências do Grupo de Apoio de Portalegre da Liga Portuguesa Contra o Cancro.

A conferência vai decorrer na Biblioteca Municipal de Portalegre a partir das 17h30.

(Carla Aguiã)