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Alentejo: Novo presidente da CCDR assume o desígnio de inverter o êxodo populacional

Travar o êxodo populacional é o principal desígnio do recém-eleito presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) Alentejo, António Ceia da Silva.

Em declarações à Rádio Portalegre, Ceia da Silva, disse que “após três quadros comunitários os principais indicadores mantem-se”, ou seja não há mais pessoas nem mais emprego.

 

Sublinhando que a concretização de projetos estruturantes “não depende totalmente da CCDR”, Ceia da Silva disse que o órgão deve assumir a liderança política dos dossiês fundamentais para a região, trabalhando diretamente com o primeiro- ministro, com as várias tutelas e com a própria Comissão Europeia.

No Alto Alentejo, o novo presidente da CCDR, tem como prioridades a garantia de uma melhoria do serviço do hospital de Portalegre; no domínio das acessibilidades, da ligação da A23 à A6 e da ligação ferroviária Sines-Caia; a dinamização do cluster aeronáutico de Ponte de Sor e a garantia da construção da Barragem do Pisão.

Após mais de uma década ligado ao turismo, Ceia da Silva diz estar preparado para o novo cargo, afirmando ter um conhecimento profundo do Alentejo, dos problemas e anseios das populações.

Naquelas que foram as primeiras eleições indiretas para as CCDR, realizadas terça-feira, Ceia da Silva obteve 508 votos contra os 421 de Roberto Grilo, o outro candidato à CCDR Alentejo.

Foram ainda registados 225 votos brancos.

Ceia da Silva era até então o presidente da Entidade Regional de Turismo do Alentejo e Ribatejo, enquanto Roberto Grilo presidia à CCDR Alentejo desde 2015.

(Carla Aguiã)