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Greve Função Pública: "é o único caminho possível para tirar o país da grave situação em que se encontra”-sindicatos UGT/CGTP

O presidente da UGT Portalegre Chambel Tomé afirmou hoje que a UGT pretende “apresentar queixa contra o Governo português, para que o Orçamento do Estado para 2014 seja fiscalizado”.

A greve desta sexta feira dos funcionários públicos foi marcada pelas estruturas sindicais do setor como forma de protesto contra os novos cortes salariais e de pensões e o aumento do horário de trabalho, entre outras medidas.

Chambel Tomé disse que o “orçamento do Estado para 2014, contempla cortes cegos para a função pública, e não serve, por isso os trabalhadores”.

O sindicalista, disse mesmo que esta greve “é o único caminho possível para tirar o país da grave situação em que se encontra”.

Diogo Júlio, coordenador da União de Sindicatos do Norte Alentejano, afeto à CGTP, afirmou acreditar que a greve da Função Pública, terá "uma grande adesão", que será marcada pela "defesa do interesse público e da prestação de serviço público".

Diogo Júlio sublinhou ainda que o que está em causa é “a defesa das condições de vida dos trabalhadores”.

O agravamento dos cortes para os funcionários públicos levou os sindicatos da UGT e da CGTP a convocarem uma greve que poderá levar, na sexta feira, ao encerramento de escolas, tribunais, finanças e deixar o lixo por recolher nas ruas.

Susana Mourato