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Joaquim Mourato condena a ausência de diálogo sobre a prova de avaliação de professores

O presidente do IPP – Instituto Politécnico de Portalegre – lamentou, hoje, que o Ministério da Educação tenha “ignorado” as Instituições de ensino superior, no que concerne à decisão sobre a prova a que a tutela vai sujeitar professores do pré-escolar, básico e secundário.

Joaquim Mourato, que também preside ao Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos, “condena a forma de diálogo da tutela” porque, enquanto entidades formadoras dos professores as instituições de ensino superior “ têm tudo a ver com o seu percurso profissional” e deveriam ter sido ouvidas.

Em declarações à RP, Joaquim Mourato afirmou que não está contra a realização da prova, apenas gostaria de saber “qual é a sua função”.

Os professores não integrados na carreira docente vão pagar 20 euros para fazer a prova de avaliação de “conhecimentos e capacidades”.

A prova da componente comum realiza-se ainda este ano, no dia 18 de Dezembro, enquanto as provas das componentes específicas decorrem entre 1 de Março e 9 de Abril de 2014.

Carla Aguiã