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Marvão:habitante acusa Associação de Caçadores de Porto da Espada de batidas aos javalis "ilegais" a 30 metros da sua casa

Um habitante da freguesia de São Salvador da Aramenha, em Marvão, acusou hoje a Associação de Caçadores de Porto da Espada de organizar batidas aos javalis “ilegais” a 30 metros da sua residência.

Em declarações à Rádio Portalegre, Ricardo Guita mostrou-se preocupado com a segurança dos elementos da sua família, entre os quais quatro menores de idade.

As primeiras queixas do proprietário da herdade, em Porto da Espada, onde se realizam as batidas, remontam a 2008, altura em que tentou, sem sucesso, resolver o problema através do diálogo com a associação de caçadores local.

Ricardo Guita acusa ainda a GNR de Marvão, onde apresentou uma queixa sobre o caso, de “incompetência e de proteger” a associação de caçadores.

O individuo explicou que “a GNR contacta os responsáveis pela coletividade quando há denúncias, o que faz com os caçadores se retirem do local e não sejam apanhados em flagrante”.

Confrontado com esta denúncia, o capitão João Janeiro, da GNR de Portalegre, assegurou que aquela força de segurança está a desenvolver diligências para averiguar o enquadramento do caso.

João Janeiro adiantou que “pelo facto da batida aos javalis decorrer junto a uma residência, não significa que não respeite a lei da caça e que não esteja licenciada”.

A Rádio Portalegre tentou contactar o responsável pela Associação de Caçadores de Porto da Espada mas até ao momento não obteve resposta.

Gabriel Nunes/Carla Aguiã