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Presidente CCISP avisou que não “deixará” cair as propostas que entende serem relevantes para assegurar a sustentabilidade do ensino politécnico

O presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos (CCISP), Joaquim Mourato lamenta que do “esboço” do Governo para a reforma do ensino superior, não façam parte algumas das maiores reivindicações dos politécnicos.

Em declarações a esta estação emissora, Joaquim Mourato, que é também presidente do Instituto Politécnico de Portalegre (IPP), avisou que não “deixará” cair as propostas que entende serem relevantes para assegurar a sustentabilidade do ensino politécnico.

 “Ministrar toda a fileira da oferta formativa profissionalizante, desde os cursos de especialização tecnológica aos doutoramentos profissionais, desenvolvidos em meio empresarial”, são algumas reivindicações do presidente do CCISP.

A diferenciação entre universidades e politécnicos é uma questão que o responsável considera “positivo” defendendo que, “só assim se justifica o sistema binário de ensino superior”.

Sobrinho Teixeira, presidente do Instituto Politécnico de Bragança, e ex-presidente do Conselho Coordenador dos Institutos Superiores Politécnicos (CCISP), recebeu há cerca de duas semanas as “três folhas que contêm as orientações da Secretaria de Estado do Ensino Superior” para a reorganização da rede.

Sobre o documento, disse apenas constituir “um conjunto de reflexões” ainda a ser trabalhado e que “tudo dependerá da aplicabilidade que venha a ser feita e da forma como se vão materializar as orientações”.

 Susana Mourato