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Portalegre:doces conventuais vão adoçar a cidade de 4 a 6 de abril

Quarenta e cinco doceiros, portugueses e espanhóis, participam na 14ª edição da Feira de Doçaria Conventual e Tradicional de Portalegre, a realizar entre os dias 4 e 6 de abril, no Mosteiro de São Bernardo.

De acordo com a presidente da Câmara de Portalegre, Adelaide Teixeira, dos 45 expositores, 15 são de doçaria conventual e os restantes de doçaria tradicional, sendo que a maioria são portugueses.

A autarca anunciou ainda que, pelo primeiro ano, “esta é uma feira qualificada”, tendo sido feita uma seleção rigorosa dos doceiros e avaliação dos produtos pela associação “QUALIFICA”, salientado que se trata da “primeira feira a ser qualificada em Portugal”.

Além da doçaria conventual, da doçaria tradicional e dos licores, o evento conta com novidades, como a Exposição de Pintura “Atávicos”, de João Chichorro e a Exposição de Fotografia “Mosteiro de S. Bernardo – um Património, uma História”, de João José Bica.

A feira, organizado pela Câmara Municipal de Portalegre, em parceria com a QUALIFICA, tem como objetivo valorizar e promover a cultura, a tradição e o património gastronómico português, e custa aos cofres da autarquia cerca de quatro mil euros.

Dados históricos indicam que, em Portalegre, até meados do século XX, as religiosas dos conventos de Santa Clara e São Bernardo confecionaram e comercializaram diversos doces, tais como o Manjar Branco, o Toucinho-do-Céu, os Rebuçados de Ovos, o Queijo Dourado e a Lampreia de Portalegre.

Conhecida em tempos como a "cidade dos sete conventos", devido à sua tradição religiosa, Portalegre possui um vasto número de receitas de doces conventuais, com origens remotas que estão guardadas a “sete chaves” pelas doceiras.

 Gabriel Nunes