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Dia Mundial da População:presidente da CIMAA diz que perda de população é o principal problema do Alto Alentejo

O Alto Alentejo perdeu 6,4 por cento da população na década 2001 – 2011, o equivalente a menos 8.168 pessoas.

De acordo com o Instituto Nacional de Estatística (INE), em 2001 residiam na região 127.018 pessoas, contra as 118.952 contabilizadas dez anos depois.

Dos quinze concelhos do distrito de Portalegre, Campo Maior foi o único que registou um crescimento da população residente, passando de 8.387 habitantes em 2001 para 8.793 em 2011.

Portalegre é o concelho mais populoso do Alto Alentejo, com 24.973 habitantes, mas perdeu 1.007 pessoas na década em análise.

O concelho onde se registou a maior quebra no número de residentes foi Ponte de Sor com menos 1449 pessoas, passando de 18.140 habitantes em 2001 para 16.691 em 2011.

Em declarações à Rádio Portalegre, a propósito do Dia Mundial da População, que se assinala esta sexta feira, o presidente da Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo (CIMAA), considerou a perda de habitantes “o principal problema” desta região.

Armando Varela defende que o Alto Alentejo só conseguirá fixar as pessoas com a criação de emprego, e critica os sucessivos governos de Portugal por “não terem tratado o distrito de Portalegre em pé de igualdade com o resto do país”.

Segundo o autarca “não existe no Alto Alentejo um único projeto âncora que tenha sido concretizado com investimentos da responsabilidade dos governos, com capacidade para criar emprego e fixar as pessoas”.

Gabriel Nunes

(Armando Varela - Presidente da Comunidade Intermunicipal do Alto Alentejo)