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Crise Politica na Câmara de Elvas: filme dos acontecimentos

Foto: Crise Politica na Câmara de Elvas - filme dos acontecimentosO verniz estalou na Câmara de Elvas no dia 15 de junho com a decisão do presidente do município, Nuno Mocinha, eleito pelo PS, de retirar os pelouros aos vereadores socialistas Rondão Almeida e Elsa Grilo.A decisão espoletou de imediato um rol de críticas e apelos ao presidente do município para reconsiderar.Em declarações à Rádio Portalegre, Rondão Almeida considerava “precipitada a decisão do presidente da Câmara de Elvas, que acusou de “ameaçar” e “coagir” os vereadores da sua equipa.Em conferência de imprensa, no mesmo dia, Nuno Mocinha, acusava os dois vereadores de “falta de consideração” pelo Presidente da Câmara, “por tornarem públicas propostas, ações e projetos”, sem o seu conhecimento e muito menos ouvida a sua opinião, afirmando que “em Elvas só pode existir um presidente de Câmara”.No dia seguinte e depois da troca de acusações espoletada pela decisão de Nuno Mocinha, o presidente da Câmara de Elvas e o vereador Rondão Almeida reuniam durante a manhã no Salão Nobre do Paços do Concelho.Em conferência de imprensa, no final da reunião, o presidente da Câmara de Elvas mostrava abertura para um eventual entendimento entre as partes.Do outro lado, o vereador Rondão Almeida, considerava o desentendimento “normal” referindo não ter dúvidas de que “tudo ia voltar como estava”Quando se pensava que a crise politica na câmara de Elvas podia estar perto de acabar, eis que na quinta feira, 17 de junho, e contra todas as espetativas, o vereador Rondão Almeida, anuncia em conferência de imprensa, não ter sido possível chegar a um entendimento.Mais, o autarca comunica a decisão dos cinco vereadores socialistas em apresentar a demissão do cargo, abrindo caminho a eleições intercalares.Horas depois e no mesmo dia, o presidente da Câmara de Elvas promove outra conferência de imprensa, para comunicar que não volta atrás na decisão de retirar os pelouros aos dois vereadores socialistas, e que pretende levar o seu mandato até ao fim.Na sexta feira, 18 de junho, reunião a concelhia de Elvas do PS. No final da reunião era comunicado pela dirigente socialista, Elsa Grilo, que a estrutura partidária tinha decidido retirar a confiança politica ao presidente do município local.O presidente da Assembleia Municipal de Elvas entra em cena na segunda feira, dia 21 de junho, acusando o presidente do município local de “falta de respeito”, pela Mesa daquele órgão deliberativo da autarquia.Em causa o facto do presidente da Câmara de Elvas não ter comparecido, segunda feira à tarde, numa reunião convocada pela Mesa da Assembleia Municipal com o objetivo de encontrar uma solução para a crise politica.Esta quarta feira o executivo municipal de Elvas reúne a partir das 16:00, caso se confirma a decisão dos cinco vereadores socialistas em apresentar a demissão do cargo, a Câmara cai e abre-se em definitivo o caminho para eleições intercalares. Gabriel NunesO verniz estalou na Câmara de Elvas no dia 15 de julho com a decisão do presidente do município, Nuno Mocinha, eleito pelo PS, de retirar os pelouros aos vereadores socialistas Rondão Almeida e Elsa Grilo.

A decisão espoletou de imediato um rol de críticas e apelos ao presidente do município para reconsiderar.

Em declarações à Rádio Portalegre, Rondão Almeida considerava “precipitada a decisão do presidente da Câmara de Elvas.

Em conferência de imprensa, no mesmo dia, Nuno Mocinha, acusava os dois vereadores de “falta de consideração” pelo Presidente da Câmara, “por tornarem públicas propostas, ações e projetos”, sem o seu conhecimento e muito menos ouvida a sua opinião, afirmando que “em Elvas só pode existir um presidente de Câmara”.

No dia seguinte e depois da troca de acusações espoletada pela decisão de Nuno Mocinha, o presidente da Câmara de Elvas e o vereador Rondão Almeida reuniam durante a manhã no Salão Nobre do Paços do Concelho.

Em conferência de imprensa, no final da reunião, o presidente da Câmara de Elvas mostrava abertura para um eventual entendimento entre as partes.

Do outro lado, o vereador Rondão Almeida, considerava o desentendimento “normal” referindo não ter dúvidas de que “tudo ia voltar como estava”

Quando se pensava que a crise politica na câmara de Elvas podia estar perto de acabar, eis que na quinta feira, 17 de julho, e contra todas as espetativas, o vereador Rondão Almeida, anuncia em conferência de imprensa, não ter sido possível chegar a um entendimento.

Mais, o autarca comunica a decisão dos cinco vereadores socialistas em apresentar a demissão do cargo, abrindo caminho a eleições intercalares.

Horas depois e no mesmo dia, o presidente da Câmara de Elvas promove outra conferência de imprensa, para comunicar que não volta atrás na decisão de retirar os pelouros aos dois vereadores socialistas, e que pretende levar o seu mandato até ao fim.

Na sexta feira, 18 de julho, reunia a concelhia de Elvas do PS. No final da reunião era comunicado pela dirigente socialista, Elsa Grilo, que a estrutura partidária tinha decidido retirar a confiança politica ao presidente do município local.

O presidente da Assembleia Municipal de Elvas entra em cena na segunda feira, dia 21 de julho, acusando o presidente do município local de “falta de respeito”, pela Mesa daquele órgão deliberativo da autarquia.

Em causa o facto do presidente da Câmara de Elvas não ter comparecido, segunda feira à tarde, numa reunião convocada pela Mesa da Assembleia Municipal com o objetivo de encontrar uma solução para a crise politica.

Esta quarta feira o executivo municipal de Elvas reúne a partir das 16:00, caso se confirma a decisão dos cinco vereadores socialistas em apresentar a demissão do cargo, a Câmara cai e abre-se em definitivo o caminho para eleições intercalares.

Gabriel Nunes