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Castelo de Vide:a Segurança Social não é sustentável e que dentro de uns anos não haverá condições para pagar as reformas" - Passos Coelho

Foto: O primeiro-ministro Passos Coelho, disse hoje (domingo) que “a Segurança Social não é sustentável e que dentro de uns anos não haverá condições para pagar as reformas, a não ser com transferências diretas dos impostos”. O primeiro-ministro Passos Coelho, que falava este domingo no encerramento da Universidade de verão do PSD que decorreu ao longo da semana em Castelo de Vide, voltou a desafiar o PS para um acordo sobre a sustentabilidade da Segurança Social.O governante lembrou ainda que ao longo dos últimos três anos o Governo "procurou responder de uma forma bastante ampla ao problema complexo" da sustentabilidade da Segurança Social, tendo conseguido, por exemplo aumentar a idade da reforma.Contudo, Passos Coelho recordou, outras soluções para resolver o problema da falta de financiamento da Segurança Social foram “chumbadas” pelo Tribunal Constitucional.No seu discurso de mais de uma hora no encerramento da Universidade de Verão, o primeiro-ministro passou em revista o que considera terem sido as principais reformas do seu Governo na Justiça, Saúde e Educação. E defendeu o caminho de três anos de austeridade como necessário para Portugal fazer as reformas que não fez e devia ter feito nos anos 80.O primeiro-ministro Passos Coelho, disse hoje (domingo) que “a Segurança Social não é sustentável e que dentro de uns anos não haverá condições para pagar as reformas, a não ser com transferências diretas dos impostos”. 

O primeiro-ministro Passos Coelho, que falava este domingo no encerramento da Universidade de verão do PSD que decorreu ao longo da semana em Castelo de Vide, voltou a desafiar o PS para um acordo sobre a sustentabilidade da Segurança Social.

O governante lembrou ainda que ao longo dos últimos três anos o Governo "procurou responder de uma forma bastante ampla ao problema complexo" da sustentabilidade da Segurança Social, tendo conseguido, por exemplo aumentar a idade da reforma.

Contudo, Passos Coelho recordou, outras soluções para resolver o problema da falta de financiamento da Segurança Social foram “chumbadas” pelo Tribunal Constitucional.

No seu discurso de mais de uma hora no encerramento da Universidade de Verão, o primeiro-ministro passou em revista o que considera terem sido as principais reformas do seu Governo na Justiça, Saúde e Educação. E defendeu o caminho de três anos de austeridade como necessário para Portugal fazer as reformas que não fez e devia ter feito nos anos 80.

Susana Mourato