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Presidente da Cáritas de Portalegre e Castelo Branco diz que "é aberrante" legislação produzida pelo governo que cria a RLIS

O presidente da Cáritas de Portalegre e Castelo Branco considerou hoje “aberrante” a legislação produzida pelo governo que cria a Rede Local de Intervenção Social (RLIS), argumentando que o documento “é um retrocesso nas respostas às pessoas mais desfavorecidas”.

Em declarações à Rádio Portalegre, Elicidio Bilé lamentou que “o governo se tenha servido das Instituições Particulares de Solidariedade Social (IPSS) no período mais agudo da crise, e agora que a economia está a dar alguns sinais positivos, queira tutelar, coordenar e programar todas as atividades das instituições que têm estado no terreno a dar uma resposta tão positiva”.

O dirigente alertou que a legislação que cria a RLIS vem colocar em causa a continuidade dos grupos informais de voluntários que desenvolvem um trabalho de proximidade com as pessoas nas terras mais pequenas, pelo facto de estabelecer que apenas os técnicos superiores podem fazer atendimento social.

Para Elicídio Bilé o que o governo quer fazer “é inadmissível” porque “não respeita o que são os objetivos das instituições”.

As regras de operacionalização e funcionamento da RLIS, bem como as formas de financiamento das entidades aderentes, são definidas pelo conselho diretivo do Instituto da Segurança Social.

Gabriel Nunes/Carla Aguiã