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Presidente da Ordem dos Médicos de Portalegre diz que incentivos para fixar médicos no interior "são insuficientes mas não deixam de ser uma ajuda"

O presidente da Ordem dos Médicos do Distrito de Portalegre, Jaime Azedo diz que os incentivos propostos pelo governo para fixar médicos no interior do país “são insuficientes, mas não deixam de ser uma ajuda”.

De acordo com o Ministério da Saúde está prevista uma verba de dois a quatro milhões de euros para incentivos à fixação de médicos em zonas do interior.

O valor dos incentivos dependerá ainda do número de médicos que aceitar trabalhar no interior, assim como das necessidades destes profissionais.

A falta de médicos no interior do país, sobretudo no Alentejo tem sido colmatada com a contratação de clínicos de nacionalidade cubana.

Contudo, o presidente da Administração Regional de Saúde do Alentejo, José Robalo, diz que esta “não é a solução ideal”, e alerta que o problema da falta de médicos de família na região pode agravar-se nos próximos anos, pelo facto de muitos deles estarem próximo da idade de reforma.

Gabriel Nunes/Carla Aguiã