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Portalegre:Centro Social e Comunitário de São Bartolomeu equaciona despedimentos devido a quebra de receitas

O presidente da direção do Centro Social e Comunitário de São Bartolomeu, em Portalegre, revelou hoje que a instituição está a equacionar despedir, pelo menos cinco dos seus 53 trabalhadores, para tentar equilibrar as despesas às receitas.  

Em declarações à Rádio Portalegre, o padre João Maria Lourenço, referiu que apesar das dificuldades financeiras os salários dos trabalhadores estão regularizados, registando-se apenas atrasos no pagamento dos subsídios de férias e de Natal.

O mesmo responsável explicou que o número de crianças que frequentam a instituição é menor que em outros tempos, levando a uma diminuição das receitas, além de se encontrar por regularizar uma parte do financiamento da construção da creche e pré-escolar no Bairro dos Assentos.

O Ministério da Solidariedade e Segurança Social, atribuiu recentemente, ao Centro Social e Comunitário de São Bartolomeu um subsídio de 150 mil euros, montante que o presidente da direção da instituição considerou “insuficiente” para fazer face aos problemas financeiros.

Segundo o padre João Maria Lourenço, este subsídio é inferior em 100 mil euros ao montante que tinha sido solicitado pela instituição, mas mesmo assim “vem dar um empurrãozinho para alavancar a sustentabilidade do centro”, que “corria o risco de derrapagem irreversível”.

O Centro Social e Comunitário de S. Bartolomeu é uma instituição particular de solidariedade social, que mantém em funcionamento, em regime de externato, as respostas sociais de creche, pré-escolar e atividades de tempos livres, frequentadas por cerca de 200 crianças.

A instituição está sediada no Bairro de São Bartolomeu, no centro da cidade de Portalegre, mas possuiu também instalações no Bairro dos Assentos.

Em atividade desde os anos sessenta, a instituição nasceu por iniciativa de um grupo de mulheres do «GRAAL» (Movimento internacional de Mulheres motivadas pela procura espiritual e empenhadas na transformação do Mundo numa Comunidade global de Justiça e Paz).

Gabriel Nunes/Carla Aguiã