foto1.pngfoto3.jpgfoto4.pngfoto6.jpg

 

 Rádio Portalegre A Mais Ouvida do Alentejo - 30 Anos ao Serviço da Região

Vacinas contra a tuberculose estão esgotadas mas as autoridades asseguram que o risco de saúde para as crianças "é reduzido"

A administração da vacina contra a tuberculose (BCG) está interrompida devido à incapacidade de fornecimento do laboratório que a fabrica, mas as autoridades garante que não há risco imediato para a saúde pública.

Em declarações à Rádio Portalegre a delegada de saúde pública de Castelo de Vide, Margarida Silva, garante que logo que haja uma atualização do stock as crianças serão todas convocadas para receber a vacina.

Margarida Silva explicou que esta vacina era administrada nas maternidades aquando do nascimento das crianças, e devido a esta interrupção no seu fornecimento, a vacinação será feita nos centros de saúde.

Para a especialista em saúde pública está situação “não é tão prática e tem mais custos”, mas “o risco para a saúde das crianças é reduzido”.

A falta de vacinas contra a tuberculose, que se regista desde o início deste mês, deve-se a um problema de fabrico no âmbito do controlo de qualidade a que esta vacina está sujeita. Trata-se de uma vacina que é produzida num laboratório, localizado na Dinamarca, e cuja produção é demorada e complexa.

Gabriel Nunes/Carla Aguiã