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Monforte:centenas protestam contra alegada existência de amianto nas escolas


Pais e encarregados de educação dos alunos da Escola Básica 2,3 de Monforte, saíram hoje à rua em protesto contra a alegada existência de amianto nas coberturas daquele estabelecimento de ensino.

Na manifestação, promovida pelo Movimento Contra o Amianto nas Escolas de Monforte, ouviram-se ainda palavras de ordem contra o estado de degradação das instalações daquela escola.

O protesto em frente à escola Básica de Monforte contou com mais de uma centena de alunos, pais, encarregados de educação e sindicatos. 

Elsa Estrela, representante dos pais, defendeu o cumprimento da lei, e que se avance o mais depressa possivel com a construção de um novo estabelecimento de ensino, alegando que os custos da retirada das placas de amianto e a construção de um novo edifício, irá rondar praticamente os mesmos valores.

A existência de placas de amianto com mais de 25 anos, a degradação da escola e a falta de condições para albergar os mais de 400 alunos são os problemas apontados ás instalações do estabelecimento de ensino.

Segundo António Parreira, diretor da Escola Básica 2,3 de Monforte, são mais de dois mil metros quadrados de área degradada que contêm amianto.

Também presente no protesto, o presidente da Câmara de Monforte, Miguel Rasquinho, considerou um problema grave a presença de amianto na escola, lamentando que a tutela não tenha ainda recebido o município para avançar com a construção de um novo centro escolar.

Miguel Rasquinho indicou ainda que a construção do novo centro escolar prevê um investimento de três milhões de euros, comparticipados em cerca de 85 por cento por fundos comunitários.

O protesto contou ainda com a entrega de uma missiva ao presidente da câmara local e diretor do estabelecimento de ensino com as principais preocupações dos promotores da manifestação.

Susana Mourato