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Associação de Profissionais da Guarda acusa GNR de expulsar guardas provisórios com aproveitamento

Foto de Rádio Portalegre.

(Por Gabriel Nunes) - A menos de um mês de concluírem o estágio curricular 23 dos 323 instruendos do Curso de Formação de Guardas (2016/2017) foram notificados para entregar a farda e todo o material que lhes fora distribuído e que não iriam ingressar na instituição, por ultrapassarem o número de vagas. 

Segundo a Associação dos Profissionais da Guarda (APG/GNR), os 23 formandos tinham concluído com aproveitamento o curso ministrado no Centro de Formação da GNR de Portalegre e foram utilizados como estagiários, este ano, no reforço de verão no Algarve. 

 

Em declarações à Rádio Portalegre o presidente da APG/GNR, César Nogueira, afirmou estarmos perante “uma trapalhada” do Comando Geral da Guarda.

César Nogueira referiu que “o mais errado” foi o facto dos formandos, agora excluídos, terem ido estagiar, uma vez que o Comando Geral da Guarda já sabia desde setembro do ano passado que o número de vagas era de 300.

O dirigente repudia, em absoluto, esta situação, e acusa o Comando Geral da Guarda de tratar os seus efetivos com se fossem “puros números”.

O Curso de Formação de Guardas 2016/2017 começou em novembro do ano passado no Centro de Formação de Portalegre da GNR. Os instruendos encontram-se agora a cumprir o estágio curricular, e vão regressar a Portalegre em setembro para o Compromisso de Honra, cerimónia que marca o final de um período de formação e o início da atividade profissional dos novos Guardas.