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Portalegre: partidos são unânimes em considerar que o PR não apresentou soluções na comunicação que fez ao país

Na comunicação que fez ao país, quarta-feira à noite, o Presidente da República (PR) defendeu um acordo de “salvação nacional” entre PSD; CDS e PS.

O presidente da República justificou a não realização de eleições antecipadas, neste momento, com o “clima de tensão e de crispação em que estas decorreriam”.

Instados a comentar o discurso de Cavaco Silva, os líderes dos partidos de esquerda do distrito de Portalegre, voltaram a defender eleições antecipadas.

Luís Testa, da Federação Distrital do PS de Portalegre, acrescentou que “era expectável que o presidente da República tomasse uma decisão” o que não aconteceu.

O coordenador distrital do Bloco de Esquerda, Paulo Cardoso, para além de defender eleições antecipadas, afirmou que “temos um governo a prazo”, no qual Cavaco Silva “não confia”.

O coordenador da DORPOR do PCP, Fernando Carmosino, afirmou que a declaração do Presidente da República, “não clarifica o país”, e que “este não é o caminho que possa ajudar o país a sair deste triste quadro”.

Apesar de considerar que a proposta do Presidente da República “não é a mais correta”, o líder da Distrital do CDS-PP, António José Batista, diz que “teria lógica que o PS enfrenta-se as responsabilidades dos problemas que criou ao país, quando celebrou o acordo com a troika, juntamente com os partidos do Governo”.

Para Cristóvão Crespo, presidente da distrital do PSD de Portalegre, a “proposta de Cavaco, neste momento, é de difícil concretização”.

Susana Mourato