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Fundos Comunitários:Presidente da CCDR Alentejo desmente "cabalmente" números avançados pela presidente da Câmara de Portalegre

Foto de Rádio Portalegre.

(Por Gabriel Nunes) - O presidente da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional (CCDR) Alentejo, Roberto Grilo, afirmou hoje que os números revelados pela presidente da Câmara de Portalegre sobre o acesso aos fundos comunitários pelas sub-regiões que integram a NUT III “evidenciam um lamentável desconhecimento das matérias abordadas”.

 

Na sessão comemorativa dos 468 anos da elevação de Portalegre a cidade, Adelaide Teixeira acusou a CCDR Alentejo de “descriminação”, pelo facto das candidaturas aprovadas pela instituição para o distrito de Évora representarem 93 por cento dos fundos comunitários, enquanto Portalegre e Beja ficam apenas com os restantes “míseros” 7 por cento.

Em declarações à Rádio Portalegre o presidente da CCDR Alentejo disse que os dados avançados pela autarca “traduzem no mínimo um desconhecimento, quer dos números, quer da área de intervenção da CCDR Alentejo e do Alentejo 2020”.

Roberto Grilo acusa a presidente da Câmara de Portalegre “iludir” os ouvintes ao ignorar que o Programa Operacional da Região Alentejo também engloba a Lezíria do Tejo e Litoral Alentejano, e por outro lado, porque “os números e os apoios estão em linha de conta com a média do Alentejo 2020 e das cinco sub-regiões”.

Segundo o dirigente o Alto Alentejo no período 2007-2013 teve uma percentagem de fundos comunitários aprovados de cerca de 18 por cento, o Alentejo Central (25%), o Alentejo Litoral (10%), o Baixo Alentejo (20%) e a Lezíria do tejo (20%).

O mesmo responsável asseverou ainda que os números do Alentejo 2020, relativos a abril de 2018, “não andam muito longe” em termos de percentagens.

A concluir Roberto Grilo referiu que a CCDR Alentejo “não distribui fundos comunitários, aprova candidaturas”, e desafiou a autarca de Portalegre a “apresentar projetos candidatáveis e em condições de serem aprovados”.