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Portalegre:MOV.CLIP acusa CDU de "recorrente atitude de deslealdade institucional e para com os seus pares

Foto de Rádio Portalegre.

(Por Gabriel Nunes) - O Movimento Cidadãos Livres e Independentes por Portalege (MOV.CLIP) acusou a CDU de "recorrente atitude de deslealdade institucional e para com os seus pares".

 

Foi desta forma que o MOV.CLIP reagiu às declarações do líder da bancada da CDU na Assembleia Municipal de Portalegre, Hugo Capote que acusou a presidente da câmara Adelaide Teixeira, eleita pela CLIP, de "amputar" o vereador da CDU Luís Pargana de "meios essenciais para desempenhar as suas funções".

Na sequência das últimas autárquicas o CLIP ganhou a Câmara de Portalegre mas como não tinha maioria absoluta celebrou um acordo de governação com o vereador da CDU e com o vereador do PSD para garantir uma solução governativa de estabilidade.

Em conferência de imprensa a Presidente do MOV.CLIP, Marília Baptista disse estranhar que a comunicação social tenha sido o meio escolhido pela CDU para veicular a sua posição sem que antes a tivesse transmitido aos parceiros do acordo tripartido, considerando poder-se questionar "a sua boa-fé neste processo e os seus verdadeiros objetivos".

Esclareceu ainda que ao vereador da CDU como aos restantes elementos do elenco camarário nem sempre é possível disponibilizar todos os meios e recursos porque o atual panorama financeiro da autarquia "ainda não é o mais desejável".

Marília Baptista crítica ainda a CDU por "denegrir e menosprezar os seus pares nos mais diversos fóruns", e afirma que a força partidária "pouco parece querer contribuir para um bom trabalho de equipa".

 

A dirigente acusa ainda o líder da bancada da CDU na Assembleia Municipal de “deturpar assuntos que são da responsabilidade exclusiva da Câmara Municipal e não deste ou daquele vereador.

 

A CDU “reclama” o mérito na regularização de trabalhadores da autarquia, com vínculos precários, bem como nos novos contratos de fornecimento de refeições escolares.

 

Marília Batista diz que “a regularização dos trabalhadores foi decidida pela Câmara Municipal e aprovada por todas as forças politicas”, quanto às refeições escolares o MOV.CLIP afirma que “o processo foi iniciado no mandato anterior, onde a CDU não tinha responsabilidades de gestão.