
A Câmara de Elvas conta em 2026 com um orçamento que ascende a 44,5 milhões de euros, tendo a habitação e a reabilitação de escolas e lares de idosos como principais projetos a desenvolver.
O orçamento foi aprovado por maioria em reunião de câmara, com os votos favoráveis de dois eleitos Movimento Cívico Por Elvas (MCPE), dois do PS e três votos contra, nomeadamente de dois eleitos do Chega e um da coligação PSD/CDS-PP/PPM.
Em declarações à Rádio Portalegre, o presidente do município, José Rondão Almeida, explicou que este é o “maior orçamento” do município e que o mesmo pode ascender aos 50 milhões de euros, após a transição do saldo de gerência anterior.
Segundo o autarca orçamento vai servir para “atenuar os problemas” relacionados com a área da habitação, estando destinados 20 milhões de euros para este setor.
Nesta altura a autarquia está a trabalhar em 330 fogos, devendo a maioria ficar concluídos até final de 2026.
No entanto, até ao final do próximo ano, Elvas espera efetuar projetos para a criação de mais “80 a 100 fogos” habitacionais, para ficarem concluídos até finais do ano de 2029.
A requalificação de “todas as escolas” do 1º. ciclo e das escolas básicas 2,3 de Vila Boim e Boa Fé, são outros dos projetos a executar devendo estes projetos contar com um investimento na ordem dos sete milhões de euros.
A ampliação de lares de idosos, que “executaram há cerca de 25 anos”, vai ser outra das tarefas a desenvolver em 2026, contando este projeto com um investimento “entre os três a quatro milhões de euros”.
A ampliação da zona industrial, num investimento de oito milhões de euros, é outro dos projetos que o autarca tem em carteira para 2026.
O orçamento vai ser discutido e votado, em 22 de dezembro, em reunião da Assembleia Municipal de Elvas, composta por sete eleitos do Chega, seis eleitos do MCPE, cinco do PS e três da coligação PSD/CDS-PP/PPM.
