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Nisa:vigilante acusa presidente da Câmara Municipal de ter usado de "chantagem" para provocar o seu despedimento

Um homem, de 58 anos de idade, residente em Nisa, que foi despedido ao fim de apenas quatro dias de trabalho como vigilante numa obra naquela vila, acusou hoje a presidente do município local, de ter usado de "chantagem" para provocar o seu despedimento.

Segundo, Joaquim Maurício, a presidente da Câmara de Nisa, Idalina Trindade, telefonou a um diretor da empresa a quem foi adjudicada a obra de construção de uma escola, a dizer que “não o queria a trabalhar lá nem mais um dia”.

Joaquim Maurício referiu que o telefonema foi efetuado no seu segundo dia de trabalho e que dois dias depois foi despedido pela empresa de vigilância, tendo trabalhado apenas quatro dias.

Em declarações à Rádio Portalegre, Joaquim Maurício, disse que a atitude da presidente da Câmara de Nisa se ficou a dever a comentários, que publicou na sua página do facebook, criticando algumas medidas implementadas pela autarca.

A Rádio Portalegre aguarda uma reação da presidente da Câmara de Nisa a estas acusações, depois de durante a manhã ter tentado, sem sucesso, contatar autarca.

Gabriel Nunes