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Portalegre:PSD acusa Câmara Municipal de ser um "peso morto"

O PSD de Portalegre considerou hoje que a Câmara Municipal de Portalegre é um “peso morto”, criticando a maioria CLIP por não ser capaz de dar resposta aos desafios com que o concelho se vê confrontado.

Em conferência de imprensa, o presidente da secção de Portalegre do PSD, Cristóvão Crespo, afirmou que o CLIP ao ganhar as eleições com maioria na Câmara e na Assembleia Municipal “tinha todas as condições para ser um dos principais impulsionadores do concelho, mas o que se verifica é o contrário”.

Para o social democrata “a câmara não se mostra capaz de ser a locomotiva do concelho, antes pelo contrário, vai sempre a reboque dos acontecimentos, é um peso morto e não uma força motriz”.

Cristóvão Crespo disse ainda ser “incompreensível” que, quase no final de fevereiro, a Câmara de Portalegre, ainda não tenha o Orçamento e as Grandes Opções do Plano para 2015 aprovados, considerando “mais estranho não existir qualquer preocupação” em relação a essa matéria.

O também deputado do PSD na Assembleia da República voltou, depois, contra o PS de Portalegre, todas as baterias, criticando as suas intervenções sobre a polémica que estalou em torno da alegada venda do quartel de São Bernardo, onde funciona a Escola de Formação da GNR. O social democrata disse que “o caso que não foi caso”, foi “uma espécie de prova de vida do PS, de que devia ter vergonha”.

O PS de Portalegre veio recentemente a público defender “uma intervenção séria” do Governo na formação da GNR em Portalegre. Ora, Cristóvão Crespo considera que este assunto devia “fazer corar de vergonha” o PS e o seu secretário geral, lembrando que durante o Governo de José Sócrates, António Costa, então Ministro da Administração Interna, ao mesmo tempo que se comprometia construir uma nova escola da GNR em Portalegre, investia três milhões de euros na formação de guardas na Figueira da Foz.

Gabriel Nunes

 

 

 

 

 

(Cristóvão Crespo-PSD)