Cinto-me Vivo quer travar comportamentos que continuam a custar vidas na estrada

Entre cintos desapertados, crianças sem retenção e capacetes mal ajustados, a nova campanha “Cinto-me Vivo” quer pôr fim a comportamentos que continuam a transformar acidentes em tragédias.

A partir desta terça feira e até 14 de setembro, a Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária (ANSR), a GNR e a PSP dedicam uma semana à fiscalização do uso correto destes dispositivos, lembrando que só protegem quando são adequados, homologados e bem aplicados.

Os dados mostram o impacto: um sistema de retenção reduz o risco de morte em 71% nos lactentes e 54% nas crianças entre 1 e 4 anos, enquanto o capacete homologado diminui em 40% a probabilidade de morte.

Entre 2021 e 2024, mais de oito mil passageiros que seguiam no banco traseiro sem retenção adequada foram vítimas de acidentes, com 274 feridos graves e 69 mortes.

A campanha integra sensibilização da ANSR, com equipas no terreno e divulgação digital, e operações de fiscalização da GNR e da PSP, focadas no uso do cinto, das retenções infantis e do capacete, sobretudo nos locais onde estes comportamentos representam maior risco.

A meta é simples – menos comportamentos de risco, menos vítimas na estrada.

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