Portalegre mostra, durante este fim de semana, o melhor da doçaria conventual e tradicional na Mosteiro de São Bernardo.
A capital do Alto Alentejo volta a apostar na diferenciação, na qualidade e no saber fazer ancestral em mais uma edição da Feira de Doçaria Conventual e Tradicional, com o selo da Qualifica, associação que tem como principais objetivos a valorização e qualificação dos produtos tradicionais portugueses.
Na inauguração do evento, esta sexta feira, a presidente da câmara de Portalegre, Fermelinda Carvalho, destacou a importância de valorizar e promover a doçaria conventual.
Segundo a autarca os doces conventuais de Portalegre são um património e são, tal como as tapeçarias, embaixadores da região.
Também presente na inauguração, o presidente do Turismo do Alentejo e Ribatejo, José Santos, destacou que esta é uma das feiras pioneiras no país na doçaria conventual e tradicional.
O dirigente acrescentou que, associada à feira há uma imagem de qualidade que deve ser preservada e ainda mais potenciada em termos nacionais e ibéricos.
Manjar Branco, Leite Serafim ou os pasteis de Santa Clara, são exemplos de doces conventuais que Rosaria Maria trouxe para a feira, doceira portalegrense, que marca presença no evento desde a primeira edição.
Para além dos doces, os licores são também presença assídua, tais como a ginjinha Franciscana, produzida por Suzana Matos em Vale do Peso, concelho do Crato.
A abertura oficial decorreu esta sexta-feira com a atuação da Sociedade Musical Alegretense.
Até domingo o programa é vasto e inclui, para além dos cerca de 40 expositores presentes, concursos que distinguem os melhores sabores do ano nas categorias Melhor Doce Conventual, Melhor Doce Tradicionale Melhor Licor Tradicional. A estes junta-se o já popular Concurso da Boleima de Portalegre, aberto à comunidade e dedicado a um dos ícones gastronómicos locais.
