No distrito de Portalegre o setor da educação é o mais afetado pela greve nacional da Função Pública, com forte adesão dos assistentes operacionais.
De acordo com o coordenador distrital do Sindicato dos Trabalhadores da Administração Pública, Daniel Reguengo, a greve desta sexta‑feira, está a provocar perturbações em vários serviços públicos, com impacto mais acentuado na educação e na saúde. Sem adiantar números, o dirigente sindical afirma que há muitas escolas encerradas no Alto Alentejo.
A paralisação resulta da desvalorização das carreiras gerais desde 2008, ano em que mais de 400 carreiras foram agregadas em apenas três categorias. Entre as reivindicações estão o reconhecimento específico das funções, a valorização imediata das carreiras e o retomar das negociações salariais, paradas há quase duas décadas.
