Portalegre/mau tempo: PS propõe avaliação da “vulnerabilidade do território”

O PS de Portalegre defendeu esta quarta-feira que se deve apurar o que “verdadeiramente aconteceu” na enxurrada ocorrida no dia 05 de fevereiro, considerando que têm de se identificar zonas de risco em todo o concelho.

Em comunicado, publicado nas redes sociais da Comissão Política Concelhia de Portalegre do PS, é ainda proposto, no sentido de analisar a vulnerabilidade do território, que sejam definidas e aplicadas medidas preventivas, bem como feita a avaliação das estruturas existentes.

De acordo com os socialistas, estas medidas já foram propostas ao executivo municipal, liderado por Fermelinda Carvalho, que é composto por seis eleitos da coligação PSD/CDS-PP e um do PS.

Segundo o comunicado “o deslizamento de terras na encosta da Serra de São Mamede, que afetou algumas das principais avenidas de Portalegre, mostrou como o nosso concelho é vulnerável a fenómenos meteorológicos extremos”.

No documento, o Partido Socialista “reconhece a resposta rápida, eficaz e competente” do município e das entidades envolvidas nas respostas às populações, e “agradece a todos os cidadãos e empresas” que ajudaram a repor a normalidade.

“Após o ocorrido, importa agora perceber o que verdadeiramente aconteceu e mobilizar esforços para diminuir a probabilidade de voltar a acontecer. Portalegre tem características orográficas exigentes, com muitas zonas de encosta e serra, onde estes fenómenos podem ocorrer”, considera o PS.

Por último, o PS reconhece que Portalegre não pode evitar os fenómenos atmosféricos, “mas pode aplicar medidas de diminuição” dos seus impactos.

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