A presidente da Câmara de Portalegre, Fermelinda Carvalho, defende que a integração de migrantes no concelho deve ser “devidamente regulada e fiscalizada”.
Segundo a autarca “o esforço coordenado de acolher e proteger todas as pessoas e reduzir as desigualdades, carece de rigor e de uma articulação cuidada, quer com as entidades parceiras quer com as forças de segurança”.
Fermelinda Carvalho deu como exemplo a integração dos migrantes e frisou que, além da abordagem humanista, a mesma deve ser “devidamente regulada e fiscalizada para que seja efetiva e funcione, prevenindo o estabelecimento nas comunidades de pessoas associadas a alguns crimes”.
A autarca social democrata falava, sexta feira à noite, na sessão de abertura do Conselho Geral da Cáritas Portuguesa, que decorreu no Centro de Congressos da Câmara Municipal de Portalegre.

O Conselho Geral da Cáritas Portuguesa, que define a missão e a estratégia nacional da instituição, reúne durante o fim de semana em Portalegre, numa organização da Cáritas Diocesana de Portalegre-Castelo Branco.
A sessão de abertura teve ainda como oradores Pedro Fernandes, bispo da Diocese de Portalegre-Castelo Branco, José Traquina, bispo de Santarém, Rita Valadas, presidente da Cáritas Portuguesa, Nuno de Brito e Elicídio Bilé, o atual e o antigo presidente da Cáritas Diocesana de Portalegre-Castelo Branco.





