Os alimentos estão cada vez mais caros e a instabilidade no Médio Oriente, com uma nova guerra que já dura há mês, com efeitos na subida dos combustíveis, não faz antever um cenário de futuro animador.
Segundo a Deco Proteste, que faz a monitorização do valor de um cabaz alimentar essencial, composto por 63 produtos, no final deste mês de março o preço atingiu o valor recorde de 254,40 euros, o que reflete, segundo a organização de defesa do consumidor, um aumento de mais de 12 euros, em comparação com o início do ano.
No Mercado Municipal de Portalegre o aumento dos preços não teve, para já, grande impacto na afluência.
Alguns dos comerciantes ouvidos pela Rádio Portalegre, admitiram que a subida do preço dos alimentos é inevitável, outros, “a muito custo” têm conseguido manter.

Os consumidores continuam a comprar, mas em quantidades menores.
A curgete, o tomate e a cebola, estão entre os produtos que registaram, na última semana, um maior aumento percentual.
Carla Aguiã/Catarina Novo
