O deputado do Chega eleito por Portalegre, João Lopes Aleixo, acusou as organizações não‑governamentais de ambiente de se terem transformado em “profissionais do bloqueio”, responsabilizando-as por atrasos, aumento de custos e riscos no financiamento da Barragem do Pisão.
Numa publicação na sua página de facebook, o parlamentar considera que as sucessivas ações judiciais promovidas pelas ONGA têm travado um projeto que considera essencial para a segurança hídrica, o abastecimento de água, a agricultura, a produção de energia e o desenvolvimento do Alto Alentejo.
As críticas surgem após dezassete organizações de ambiente terem manifestado perplexidade com as declarações da ministra do Ambiente na audição parlamentar de 09 de setembro, entendendo que a intervenção da governante levanta dúvidas sobre a separação de poderes.
As ONGA recordam que a ministra admitiu recorrer ao Parlamento para ultrapassar o impasse criado pelas decisões judiciais, classificando como preocupante o embargo decretado pelo Tribunal Administrativo e Fiscal de Castelo Branco, na sequência de uma ação movida por estas entidades.
