As aulas presenciais no Centro de Formação da GNR, em Portalegre, foram retomadas esta terça‑feira, mas a Associação dos Profissionais da Guarda – APG/GNR denuncia que a praga de percevejos não foi eliminada.
Recorde‑se que, no dia 15, a GNR anunciou a suspensão das aulas presenciais entre 16 e 18 de setembro, como medida preventiva para salvaguardar a saúde e a integridade dos formandos, após a deteção da praga.
Eládio Rodrigues, dirigente da APG/GNR, questionado sobre se a situação está ultrapassada, respondeu que não, com base nos numerosos testemunhos, recebidos esta segunda e terça feira, que apontam para a continuidade do problema.
O dirigente acrescenta que a questão não se limita aos percevejos, havendo igualmente relatos de problemas com baratas e ratos, para os quais, segundo a associação, não foi tomada qualquer medida.
A APG/GNR diz estar a acompanhar de perto a situação e exige que sejam asseguradas condições dignas aos formandos da Guarda Nacional Republicana, tendo voltado a comunicar o caso ao Ministério da Administração Interna, reforçando a necessidade de medidas urgentes.
A Rádio Portalegre pediu esclarecimentos à GNR, mas ainda não obteve resposta.
