Da saúde à educação, a greve nacional da Função Pública, marcada para a próxima sexta‑feira (2 de outubro), poderá provocar perturbações e possíveis encerramentos em vários serviços públicos.
No distrito de Portalegre, o coordenador distrital da Função Pública, Daniel Reguengo, explica que a paralisação resulta da desvalorização das carreiras gerais desde 2008, ano em que mais de 400 carreiras foram agregadas em apenas três, técnicos superiores, assistentes técnicos e assistentes operacionais.
Entre as reivindicações estão o reconhecimento específico das funções, a valorização imediata das carreiras e o retomar das negociações salariais, suspensas há quase duas décadas.
As áreas da saúde, educação, segurança social, higiene urbana e justiça, são algumas das que podem ser afetadas pela greve.
