O Banco Alimentar contra a Fome de Portalegre tem recebido pedidos de ajuda individuais “de pessoas que estão em situação aflitiva”.
Em declarações à Rádio Portalegre a presidente da instituição, Rosa Pinheiro, diz que o aumento não é significativo e esclarece que o banco alimentar não dá ajuda direta.
Segundo a dirigente os novos pedidos de ajuda têm sido devidamente encaminhados para as instituições parceiras, responsáveis pela distribuição dos alimentos no distrito de Portalegre.
Rosa Pinheiro acrescenta que a Guerra no Médio Oriente e o consequente aumento de preço do cabaz alimentar tem dificultado o trabalho de banco alimentar, uma vez que com o mesmo valor monetário, proveniente de doações, a quantidade de bens alimentares adquiridos é cada vez menor.
A próxima campanha do Banco Alimentar, no final de maio, gera alguma apreensão mas é essencial para reabastecer o armazém.
Segundo Rosa Pinheiro, atualmente a ajuda alimentar chega a cerca de 2600 pessoas, através de 32 instituições do distrito de Portalegre.
