A Noite Europeia dos Investigadores voltou a ocupar o Jardim do Tarro, em Portalegre, com dezenas de experiências abertas ao público, desde demonstrações de química e energia, atividades de informática, marketing sensorial, saúde, educação física e até produção de cânhamo.
A iniciativa reuniu todas as escolas da Universidade Politécnica de Portalegre (UPP), com propostas pensadas para crianças, jovens e adultos.
A coordenadora do evento, Dora Almeida, destacou que o objetivo passa por aproximar a população do trabalho desenvolvido na Universidade, “não só em termos de ensino, mas também em termos de investigação”.
A docente referiu ainda que a receção do público tem sido muito positiva.

Entre as atividades apresentadas, encontrámos a simulação de envelhecimento dinamizada pela Escola Superior de Saúde (ESS). A docente Sofia Roque explicou que o simulador reproduz alterações sensoriais e motoras para que as pessoas sintam “o que pode vir a acontecer” com o envelhecimento.

O objetivo é promover empatia com os mais velhos, permitindo perceber as suas dificuldades.
O equipamento utilizado na simulação reduz visão, motricidade fina, postura e mobilidade articular, criando limitações semelhantes às que surgem com a idade.
A Noite Europeia dos Investigadores é uma iniciativa promovida a nível europeu e pretende aproximar a ciência da comunidade, mostrando de forma prática o trabalho desenvolvido pelos investigadores e pelas escolas da Universidade Politécnica de Portalegre.











