O Agrupamento 142 de Portalegre do Corpo Nacional de Escutas celebrou este domingo um marco histórico: os 100 anos do Escutismo Católico em Portalegre, uma data que reuniu escuteiros, dirigentes, antigos membros e entidades locais numa cerimónia simples, mas carregada de simbolismo e memória.
À margem da sessão comemorativa, o Chefe de Agrupamento, António Gueifão Carrilho, destacou que Portalegre foi “um dos primeiros agrupamentos a ser criado a nível nacional”, sublinhando a longevidade e o impacto que o movimento escutista tem tido na formação de gerações de jovens.
Entre os valores que continuam a orientar o Agrupamento, António Gueifão Carrilho reforçou a missão central do escutismo: “formar bons cidadãos”, preparados para servir a comunidade e viver segundo princípios de responsabilidade, solidariedade e respeito.
Ao longo de um século, o Agrupamento 142 viveu “altos e baixos”, como reconheceu o seu responsável. Contudo, o momento atual é marcado por um novo impulso, graças à nova sede cedida pela Santa Casa da Misericórdia de Portalegre, instalada num espaço contíguo à instituição e anteriormente ocupado pela Academia Sénior de Portalegre.
Este novo espaço representa, para o Agrupamento, uma oportunidade de reforçar atividades, acolher mais jovens e consolidar o trabalho educativo que desenvolve na cidade.
A presidente da Câmara Municipal de Portalegre, Fermelinda Carvalho, marcou presença na cerimónia e destacou “a importância muito grande” dos escuteiros para a cidade, sobretudo pelo papel que desempenham na transmissão de valores às crianças e jovens, contribuindo para uma comunidade mais coesa e participativa.
As comemorações terminaram com um almoço de convívio na nova sede do Agrupamento, reunindo atuais e antigos escuteiros, dirigentes e famílias, num ambiente de partilha e celebração que refletiu o espírito do movimento.
