Cinco meios aéreos, 46 veículos e 206 operacionais integram em permanência o dispositivo de combate a incêndios no distrito de Portalegre na fase Delta, entre 01 de julho e 30 de setembro.
Na fase Delta, considerada a mais critica, o distrito de Portalegre conta em 2026 com o reforço de mais uma equipa, também mais um veículo e um aumento de cinco operacionais, em relação ao ano de 2025.
Em declarações aos jornalistas, à margem da apresentação do Dispositivo Especial de Combate a Incêndios Rurais (DECIR) para o ano em curso, que decorreu esta quarta feira no Centro Cultural de Arronches, o comandante Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil do Alto Alentejo, Rui Conchinha, explicou que esta é a “equipa possível”, acrescentando que gostaria de dispor de mais meios.

Rui Conchinha manifestou ainda preocupação com a perspetiva de um “verão difícil”, alertando que “há muito combustível morto” nas florestas.
No distrito de Portalegre, durante fase Delta o dispositivo de combate a incêndios integra ainda a Força Especial de Proteção Civil (FEPC), setor que, segundo Rui Conchinha “poderá ser reforçado” caso exista essa necessidade no terreno.
Já a Unidade de Emergência de Proteção de Socorro (UEPS) da GNR, conta este ano novamente com quatro equipas, 17 elementos e quatro veículos.
No terreno vão ainda permanecer equipas de Meios de Gestão de Fogo Rurais do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF), com 24 equipas, 126 elementos, 25 veículos e mais quatro máquinas, quando em 2025 contava com 108 elementos, auxiliados por 24 viaturas.
Ainda no mesmo período, o DECIR no distrito de Portalegre vai contar com o apoio da AFOCELCA – Agrupamento Complementar de Empresas de Proteção Contra Incêndios, com 18 elementos, divididos por cinco equipas e auxiliados por seis veículos
No que diz respeito aos cinco meios aéreos, Rui Conchinha indicou que vai contar com um helicóptero de combate em Portalegre e em Ponte de Sor, dois aviões bombardeiros médios e um avião de avaliação, bem como um avião de coordenação.
