O Grupo de Apoio de Portalegre (GAP) da Liga Portuguesa Contra o Cancro apoiou, em 2025, mais de 200 doentes oncológicos, num valor superior a 90 mil euros.
Em declarações à Rádio Portalegre a coordenadora do GAP, Cristina Bruno, disse que a maior parte dos gastos dizem respeito à medicação e aos cabazes alimentares.
Segundo a dirigente, nos últimos anos, a par do aumento de doentes com cancro, o custo de vida tem também aumentado, o que leva mais pessoas a necessitar de apoio alimentar.
Por outro lado, a mesma responsável destaca que há também mais ajudas de particulares e empresas.
Em 2025, os donativos, incluindo o Peditório Nacional, perfizeram uma quantia de mais de 89 mil euros.
Entre os principais gastos destaque para 45.170 euros em medicação e 35.500 euros em cabazes alimentares
Suplementos alimentares, próteses mamárias e capilares, fraldas, transporte e apoios pontuais para o pagamento de contas de eletricidade e rendas de casa, perfazem um valor superior ao angariado.
Atualmente o apoio chega a cerca de 300 pessoas e Cristina Bruno frisa que o GAP “nunca diz que não ao doente” sobretudo àqueles que têm carências económicas.
Quando os valores dos donativos são insuficientes, há sempre a possibilidade de recorrer ao Núcleo Regional do Sul da Liga Portuguesa Contra o Cancro.
O GAP dá resposta a todo o distrito de Portalegre, com um total de 80 voluntários.
