A Unidade Local de Saúde (ULS) do Alto Alentejo integra um procedimento concursal nacional para recrutamento de médicos com 41 vagas, 13 das quais carenciadas
O despacho, publicado em Diário da República, estabelece os termos do procedimento nacional para médicos das áreas de Medicina Geral e Familiar, Saúde Pública e especialidades hospitalares, tendo em vista o reforço da capacidade assistencial e a redução de assimetrias territoriais no acesso aos cuidados de saúde.
Na área da Medicina Geral e Familiar, foram atribuídos 16 postos a concurso, incluindo 5 vagas carenciadas, distribuídas por várias unidades funcionais, nomeadamente as Unidade de Cuidados de Saúde Personalizados (UCSP) de Alter do Chão, Avis e Castelo de Vide, com uma vaga carenciada cada e a UCSP de Ponte de Sor e Montargil, com duas vagas carenciadas.
Foram ainda contempladas as unidades do Crato, Fronteira/Sousel, Gavião e a Unidade de Saúde Familiar (USF) de Nisa.
Na área de Saúde Pública, foi igualmente atribuído um posto a concurso. No contexto hospitalar, a ULS do Alto Alentejo integra 24 postos a concurso, dos quais 8 correspondem a especialidades identificadas como carenciadas.
Entre estas, destacam-se áreas clínicas prioritárias como Anestesiologia, Cirurgia Geral, Ginecologia/Obstetrícia, Medicina Intensiva, Medicina Interna, Ortopedia, Pediatria e Psiquiatria.
As restantes especialidades, incluindo Cardiologia, Neurologia, Oncologia Médica, Radiologia e Urologia, integram igualmente o mapa de vagas.
A qualificação de vagas como carenciadas resulta de critérios definidos a nível nacional, nestes casos, os postos de trabalho beneficiam de incentivos específicos previstos na lei, com o objetivo de promover maior equidade no acesso aos cuidados de saúde e reforçar a resposta em territórios de baixa densidade populacional.
